⚠️ Você está no ambiente de testes (staging). Alterações aqui não afetam o site oficial! ⚠️
18 de fevereiro de 2016

Entidades de MS se unem na luta contra o aumento de impostos

Uma carta será entregue ao secretário no encontro que acontece às 19h na governadoria.
O Movimento Pátria Livre  e representantes da sociedade organizada de Mato Grosso do Sul se reúnem hoje com o secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica de Mato Grosso do Sul Eduardo Riedel. Na audiência, que inicialmente foi solicitada ao governador Reinaldo Azambuja, as instituições irão reivindicar que ele se posicione contra a volta da CPMF e contra qualquer aumento da carga tributária. Uma carta será entregue ao secretário no encontro que acontece às 19h na governadoria.
A reunião segue uma ação programada para acontecer simultaneamente em diversas capitais do país. Os manifestantes vão entregar ao governo de cada Estado um documento com as principais reivindicações da sociedade de cada local.
Em MS a comissão que vai fazer a entrega do documento é formada por representantes da ABO – associação Brasileira de Odontologia/MS, Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, Movimento Democratas pró-Impeachment,  Movimento Nacional de Produtores,  Olho Fatal Maçons BR, Sindicato Rural de Campo Grande e Sindicato dos Médicos de Mato Grosso do Sul.
Entre as reivindicações do manifesto assinado pelas entidades em Mato Grosso do Sul destacam-se principalmente a rejeição à CPMF e ao aumento de qualquer carga tributária imposta à população, exigindo dos governos Federal e Estadual a reorganização financeira através do enxugamento da máquina administrativa e do corte de despesas e cargos comissionados.
Segundo os manifestantes, os gastos do Governo já comprometem mais de 40% do Produto Interno Bruto do Brasil, o que se não for revertido pode levar a nação a um colapso financeiro.
Veja na íntegra o conteúdo da carta que será encaminhada ao governador:
A SOCIEDADE NÃO SUPORTA MAIS IMPOSTOS.
Exmo. Governador do Estado de Mato Grosso do Sul, Sr. Reinaldo Azambuja
As despesas do Governo Federal continuam exageradas, e os gastos, juros e desperdícios governamentais já consomem cerca de 40% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, onerando demasiadamente a Nação.
A Base Governista da Presidente Dilma Rousseff está pressionando o Congresso para o retorno da cobrança da CPMF, e muitos Governadores têm manifestado apoio à proposta no afã de que parte dessa arrecadação retorne aos Estados.
A população brasileira, como se já não sofresse o bastante, sente profunda decepção ao perceber que os Executivos Estaduais têm se curvado cada vez mais aos desmandos do Governo Federal, e estão se deixando conduzir por vontades contrárias aos interesses da Nação e do povo.
Os Governadores dos Estados brasileiros são eleitos pelo sistema majoritário e, dessa forma, são eles os legítimos representantes dos cidadãos. Sendo assim, são responsáveis diretos pelos compromissos assumidos e amplamente divulgados em campanha eleitoral.
No ano de 1997, a CPMF foi criada com uma alíquota de 0,2%, que depois foi majorada para 0,38%. Após uma dura luta, em que nós (contribuintes) participamos ativamente, protestando e pressionando, a CPMF foi extinta no final de 2007. Porém, na sua extinção, foi introduzida uma alíquota adicional ao IOF (Imposto sobre Operações Financeirase, por isso, na prática, não houve desoneração.
Agora, para efetivamente entrar em vigor este novo encargo sobre a população brasileira, a nova CPMF precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional.
Os trabalhadores e empreendedores do Brasil, que são os que produzem, não suportam mais a carga tributária que lhes é imposta, mormente porque não recebem a contraprestação do Estado e ainda são obrigados a assistir uma administração que está bem aquém do desejável.
O povo brasileiro tem deixado clara, por meio de manifestações, qual é a sua vontade. Dessa forma, considera-se de extrema relevância que Vossa Excelência assuma uma postura coerente com a lealdade e a confiança que lhe foram depositadas.
O intento, neste ato, é de que Vossa Excelência assuma o compromisso com o Estado que o elegeu, de não permitir que se onere ainda mais a população, pois entendemos que por meio de uma boa gestão é possível governar e fomentar a geração de riquezas.
Portanto, o clamor da população é para que Vossa Excelência:
• Rejeite a manobra do Governo Federal para deixar aos Estados o desgaste de
aprovar no Congresso a implantação da CPMF, e
• Rejeite toda e qualquer medida para aumentar a carga tributária das empresas e dos cidadãos.
Sabe-se que para promover o crescimento do nosso Estado não é necessária maior oneração de seu povo. No atual nível de arrecadação, basta que se enxugue a máquina pública com cortes de despesas e diminuição de cargos comissionados, e promova a geração de riquezas diminuindo a burocracia e fomentando a livre iniciativa.
Além disso, a justa contraprestação dos tributos arrecadados é medida que se impõe.
Menos impostos e mais gestão.
Campo Grande, 16 de fevereiro de 2016.
Movimento Pátria Livre
ABO – associação Brasileira de Odontologia/MS
Associação Comercial e Industrial de Campo Grande
Movimento Democratas pró-Impeachment
Movimento Nacional de Produtores
Olho Fatal Maçons BR
Sindicato Rural de Campo Grande
Sindicato dos Médicos de Mato Grosso do Sul
Fonte: A Critica

Comentários

Deixe um comentário

Icon mail

Mantenha-se atualizado

Cadastre-se e receba nossos informativos